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Grupo é preso por agredir com barras de ferro homem que dormia em casa abandonada
Vítima foi socorrida com traumatismo craniano e levada para a UPA Nove de Julho, em Itu. Homem disse à polícia que desmaiou durante agressões e reconheceu quatro agressores por foto. Quatro pessoas foram presas suspeitas de agredir com barras de ferro um homem que dormia em uma casa abandonada na área central de Itu, nesta sexta-feira (10). Segundo a polícia, uma equipe foi chamada até a UPA Nove de Julho por causa da vítima, socorrida com sinais de agressão. Conforme a PM, o hospital informou que a vítima apresentava traumatismo craniano e passaria por cirurgia. Ela estava consciente, porém, o estado de saúde era considerado grave. No hospital, o homem contou aos policiais que estava na casa abandonada onde costuma dormir quando os quatro agressores o golpearam na cabeça com barras de ferro. Ainda conforme relato do homem à polícia, ele desmaiou durante as agressões. Policiais militares fizeram buscas pela região e detiveram quatro suspeitos. A vítima os reconheceu por foto e os homens foram levados à delegacia. Ainda conforme a PM, os suspeitos têm passagens por furto, roubo e tráfico de drogas. O grupo foi preso por tentativa de homicídio doloso qualificado, permanecendo à disposição da Justiça. As barras de ferro também foram apreendidas. Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí
Sat, 11 Jul 2020 14:08:15 -0000
Lar de idosos em Rolândia é interditado após moradores testarem positivo para Covid-19

Escola municipal será transformada em um abrigo temporário para idosos que não forem diagnosticados com a doença. Cinco internos morrerem por complicações do novo coronavírus no último mês. Funcionários da Secretaria de Saúde realizam uma limpeza na escola que receberá idosos em Rolândia Prefeitura de Rolândia/Divulgação O Lar dos Idosos Maanaim em Rolândia, no norte do Paraná, foi interditado pela Vigilância Sanitária após a confirmação de que cinco moradores morreram ao serem contaminados pelo novo coronavírus. Idosos que não foram diagnosticados com Covid-19 serão transferidos para uma escola municipal que vai funcionar como um abrigo temporário. O Lar dos Idosos Maanaim funciona em duas casas em Rolândia que ficam na mesma rua. Há cerca de 64 moradores e 43 funcionários. Além das cinco mortes registradas em junho, outros 13 idosos testaram positivo para a Covid-19, cinco chegaram a ficar internados no Hospital Universitário (HU) de Londrina, cinco funcionários também foram diagnosticados com a doença. De acordo com a prefeitura, a Secretaria de Saúde começa neste sábado (11) a limpeza da escola municipal Sebastião Feltrin, na Vila Oliveira. Camas, objetos e mobiliário serão organizados no colégio para que na segunda-feira (13) os idosos sejam levados à instituição. O município informou que antes da transferência dos idosos farão testes para a Covid-19. A previsão é que a escola funcione como um abrigo temporário por 30 dias. Vice-prefeito de Londrina, João Mendonça, está com Covid-19 Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Sat, 11 Jul 2020 14:06:21 -0000
Operação conjunta fiscaliza transporte de carga com excesso de peso em Viçosa

De acordo com o Diretoria de Trânsito da cidade, 32 veículos foram abordados e 12 multas foram aplicadas. Uma das carretas fiscalizadas carregava mais de 4,5 toneladas a mais da capacidade permitida, que é de 45 toneladas. Operação para fiscalizar excesso de carga ocorreu em Viçosa Prefeitura de Viçosa/Divulgação Uma operação conjunta entre a Diretoria de Trânsito de Viçosa, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Estadual e o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem (DEER/MG) fiscalizou carretas que trafegavam com cargas acima do peso permitido na cidade. A primeira ação correu na quarta-feira (8) e, de acordo com a Diretoria de Trânsito de Viçosa, novas operações como essa já estão previstas para coibir o tráfego de veículos de carga com excesso de peso. Ainda segundo a diretoria, as ações foram concentradas em frente ao Corpo de Bombeiros, na Avenida Oraida Mendes de Castro. As equipes abordaram motoristas de carretas para checar a nota fiscal da carga e comparar os pesos indicados no transporte, para verificar irregularidades. Ao todo, 32 veículos foram abordados e 12 multas foram aplicadas. Uma das carretas fiscalizadas carregava mais de 4,5 toneladas a mais da capacidade permitida, que é de 45 toneladas. Segundo o Chefe do Departamento de Segurança no Trânsito da Diretran, Reinaldo de Faria, o tráfego de carretas com cargas acima do peso pode danificar a pavimentação asfáltica. "A camada de asfalto é preparada para aguentar uma determinada quantidade de peso e, quando há excesso, pode causar danos a longo prazo", explicou. Ainda conforme o departamento, as avenidas Jacob Lopes de Castro, no Bairro Nova Era e Joaquim Lopes de Faria, no Santo Antônio, são locais de passagem das carretas que entram e saem do município para entregas. As vias foram revitalizadas recentemente e já apresentam trechos com afundamento na pista.
Sat, 11 Jul 2020 14:06:01 -0000
Ceará perde 140 bolsas de pós-graduação da Capes e outras 286 deixarão de existir em até 4 anos

Universidade Federal do Ceará tem corte de 10% nas bolsas. Ceará perde 140 bolsas de pós-graduação da Capes Reprodução/Globo Os programas de pós-graduação criados em universidades cearenses perderam 140 bolsas após a publicação de uma portaria editada em março pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), além disso, outras 286 serão cortadas em até quatro anos. É o que aponta um estudo que tem como base dados obtidos pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a partir de uma ação judicial do Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul. A Capes é a maior financiadora de pesquisa do Brasil e, após a mudança na Presidência, com a posse de Benedito Guimarães Aguiar Neto, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, realizou uma redistribuição dos auxílios financeiros a mestrandos e doutorandos com critérios específicos, realocando bolsas por instituições, estados e até regiões. A portaria 34, foi publicada em 9 de março deste ano. Conforme o coordenador da pesquisa, o astrônomo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Thiago Signorini, o Ceará tinha 1.952 bolsas de cota permanente (fixas que podem ser repassadas a outro estudante quando o bolsista se formar). Com as modificações, agora são 1.812. A Universidade Federal do Ceará (UFC) foi a que mais perdeu, saindo de 1.593 bolsas permanentes para 1.444 - corte de 9,4% na quantidade de pesquisas fomentadas nos campi cearenses. Já a Universidade Estadual do Ceará (Uece) ganhou oito benefícios da Capes, indo de 261 para 269. Segundo Signorini, “quem perdeu mais foram os programas de notas menores, e os de notas maiores ganharam mais. Pode até ter gente no Ministério da Educação ou na Capes que defenda isso - que os programas de notas maiores são melhores - mas isso não é verdade. O que acontece no País é que um programa mais antigo está mais estabelecido, tem mais volume”, avalia o astrônomo. A Capes ranqueia cada curso entre os conceitos 3 e 7, do menor para o maior. Critérios A análise permitiu observar que o critério utilizado para a redistribuição foi o número de doutores formados por cada programa de pós-graduação. “O que a Capes fez foi tirar bolsa desses programas pequenos e colocar nos grandes. O problema é que esses programas grandes já têm acessos a muitas outras fontes de financiamento e já estão, de certa forma, saturados. Do ponto de vista de regionalidade, foram bolsas que saíram de outras regiões do País e acabaram indo pro Sudeste, onde tem os programas mais antigos e maiores”, completa. Na visão do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFC, Jorge Herbert Soares de Lira, o corte vem ocorrendo desde o fim da gestão Dilma Rousseff, mas se acentuaram durante a atual gestão. Ele afirma que uma proposta havia sido discutida com a comunidade acadêmica no início do ano, mas a portaria da redistribuição acabou sendo baixada em seu lugar. “Nessa nova proposta, houve perdas principalmente porque há bolsas que vêm para a pró-reitoria de Pesquisa e a gente utiliza de forma estratégica, para compensar programas que são novos, que têm poucas bolsas e não têm nota tão elevada”, explica. De acordo com Jorge Soares, há uma mudança na estratégia de pesquisa que pode ser problemática, uma vez que há uma ótica “imediatista” em que os estudos têm de ser feitos focados em demandas urgentes. “Às vezes as grandes soluções para impasses tecnológicos, sociais, econômicos vêm da pesquisa básica”, afirma o professor, ao exemplificar que a UFC construiu ao longo de 50 anos um parque de pesquisas básicas “muito sólido, muito robusto, em alguns casos de expressão internacional e isso pode ser afetado”. Empréstimo O estudo realizado pela UFRJ ainda aponta para corte de outras 286 bolsas cearenses que estão na modalidade empréstimo. Neste formato, um estudante pode concluir o seu curso na pós-graduação, mas a bolsa deixará de existir ao fim e não ser redirecionada para outro aluno, ou seja, em até quatro anos, todas deixarão de existir. Conforme a análise, 243 delas são da UFC. Em nota, a Capes disse que, a partir do novo modelo de distribuição de incentivos financeiros à pesquisa, aumentou em 3.805 o número de bolsas em cursos de pós-graduação no Brasil, saindo de 80.981 para 84.786. Segundo a agência, “42% dos cursos tiveram ganhos de bolsas e 38% mantiveram o mesmo número”. Além disso, a Capes afirmou que “em cursos com redução de bolsas, nenhum estudante foi prejudicado”, pois a instituição “manterá o pagamento do benefício até o final da sua vigência, por meio de bolsas empréstimos”, conforme as citadas acima. Segundo a agência, esse modelo “veio para corrigir distorções na distribuição de bolsas no País”. Por fim, ela ainda ressaltou “as pesquisas, os programas de formação de recursos humanos e bolsas vigentes estão e serão mantidos”. Efeitos dos cortes A redução na quantidade de bolsas para mestrandos e doutorandos no Ceará vem provocando um efeito dominó, que reverbera na quantidade de vagas ofertadas pelos cursos. “Estamos gradualmente diminuindo a quantidade de vagas ofertadas para tentar equalizar a disponibilidade de bolsas, porque já temos uma fila de espera dentro do próprio programa de alunos matriculados que precisam”, afirma o professor Frederico Holanda, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Uece. Segundo o professor, 12 alunos do doutorado estão na lista de espera para receber o incentivo à pesquisa e, dos estudantes da última seleção, realizada em 2019, nenhum dispõe de bolsa ainda. De acordo com o estudo, seis bolsas da Capes foram cortadas e, com a política implementada pelo Governo Federal, a tendência é de adaptação à nova realidade. “Alguns que estão classificados mais pro final, provavelmente, vão terminar o doutorado sem ter, porque não vai ter como concluir e repassar a tempo”, argumenta o coordenador, que critica as “descontinuidades” e “incertezas” promovidas pela Capes e pelo Ministério da Educação. “Tem uma afirmação e, quando se passam dois dias, aquela afirmação já foi desmentida. Cada semana, é uma novidade, não tem um parâmetro para que se possa planejar. É difícil e a gente está andando às cegas sem saber qual tendência e indicações seguir”. O Programa de Pós-graduação em Ciências Marinhas Tropicais da UFC também sofre os efeitos das mudanças. “No nosso caso, a gente perdeu infelizmente algumas bolsas porque o modelo de distribuição não é muito adequado. Mesmo a gente sendo um curso de nota 5 e estando numa área estratégica, que é a área de mar, economia do mar, pesca, aquicultura, mesmo com essa relevância socioeconômica”, avalia o vice-coordenador Marcelo Soares. Por causa do corte, o programa já reduziu o número de bolsas a fim de garantir que os novos alunos recebam o auxílio financeiro. Por isso, segundo o pesquisador, não há estudantes sem o benefício, uma vez que mestrandos e doutorandos estão tendo apoio da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Funcap), do Governo do Estado. “A nossa sorte é que o Governo do Ceará, através da Funcap, tem investido muito forte na questão das bolsas, senão estaríamos numa situação muito complicada. E manter a quantidade de ingressos é muito importante até pra tentar justificar o custo-benefício da universidade pública”, finaliza.
Sat, 11 Jul 2020 14:04:41 -0000
Hemocentro de Campos, RJ, tem queda no número de doações, e cirurgias eletivas são suspensas

Segundo direção, apenas casos de emergência estão sendo atendidos por causa de baixa no estoque. Unidade tem funcionado todos os dias durante a pandemia. O Hemocentro de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, registrou queda considerada "drástica" no número de doadores voluntários durante a pandemia. A baixa no estoque motivou a suspensão de cirurgias eletivas. Segundo a unidade, atualmente o banco de sangue tem capacidade para atender somente os casos de emergência. Hemocentro de Campos está com estoques baixos e pede ajuda Divulgação/Prefeitura de Campos Desde abril, o Hemocentro está funcionando todos os dias, inclusive aos domingos, na tentativa de suprir a queda no estoque. De acordo com a direção do Hemocentro, os cuidados com higiene foram redobrados na unidade. O doador interessado passa por uma triagem, que verifica se ele está apto para doar. Ainda segundo o Hemocentro, a doação de sangue deve ser realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para mulheres, devido à reposição dos estoques de ferro. O Ministério da Saúde recomenda que pessoas que tiveram contato com pacientes infectados ou com suspeita de covid-19 estão impedidas de doar sangue pelo prazo de 14 dias. Para quem foi considerado caso suspeito ou confirmado, o prazo é de 30 dias após a melhora dos sintomas. O Hemocentro de Campos funciona das 7h às 18h, na rua Rocha Leão, nº 2, no bairro Caju. O telefone da unidade é (22) 98175-2599.
Sat, 11 Jul 2020 14:03:08 -0000
VÍDEOS: Bom Dia Sábado, 11 de julho

Assista aos vídeos do telejornal. Assista aos vídeos do telejornal.
Sat, 11 Jul 2020 14:01:48 -0000
Número de casos de coronavírus em PMs e bombeiros de SC aumenta mais de 100% em 2 semanas

Na Polícia Militar, há 117 confirmados. Nos bombeiros, 54. Forças de segurança de SC têm aumento do número de infectados por coronavírus O número de casos confirmados de coronavírus em policiais e bombeiros militares de Santa Catarina aumentou mais de 100% em duas semanas, divulgou a Associação de Praças do Estado (Aprasc) na sexta-feira (11). Até quarta (8), havia 117 PMs confirmados com o vírus. No caso dos bombeiros, eram 54 confirmados até terça (7), sendo 38 em militares, 14 em bombeiros comunitários e dois em estagiários. Segundo os números divulgados pela Aprasc, na quarta havia também 114 casos suspeitos de coronavírus entre policiais militares e 73 estavam recuperados. Na comparação com o boletim de 22 de junho, eram 47 casos confirmados na PM, 47 suspeitos e 28 recuperados. Esses números abrangem praças e oficiais. Há casos em todas as regiões catarinenses, tanto na parte operacional como na diretoria. Policial militar de Santa Catarina com máscara e luva durante pandemia do coronavírus PMSC/Divulgação Em relação aos bombeiros, na terça havia 33 suspeitos, um deles um bombeiro comunitário; e 25 recuperados, sendo quatro bombeiros comunitários, dois estagiários e o restante, militares. Em comparação com relatório de 23 de junho, eram 20 casos confirmados, incluindo dois estagiários; três suspeitos, sendo um estagiário; e nove recuperados. De acordo com a Aprasc, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar do estado informaram à associação que todos os casos suspeitos e confirmados foram afastados do trabalho. O G1 aguardava manifestações da PM e dos Bombeiros até a publicação desta notícia. A Aprasc afirmou que o presidente da associação esteve nesta semana em batalhões para verificar a condição de trabalho dos militares durante a pandemia. No interior do estado, esse acompanhamento é feito por diretores regionais. O boletim mais recente do governo do estado, divulgado na noite de sexta, apontou que Santa Catarina tem 40.106 mil casos confirmados de coronavírus, com 459 mortes. Veja mais notícias do estado no G1 SC
Sat, 11 Jul 2020 14:00:35 -0000
Mais de 140 presos no Acre romperam tornozeleira eletrônica no primeiro semestre deste ano

Dos foragidos, 72 foram recapturados. A unidade de monitoramento trabalha diretamente com policiais penais. Mais de 140 presos no Acre romperam tornozeleira eletrônica no primeiro semestre deste ano Alexandre Noronha/Arquivo pessoal As tentativas de fuga nos presídios do Acre ficaram recorrentes nos últimos. O Instituto de Administração Penitenciária do estado (Iapen) chegou a ligar as ocorrências a suspensão das visitas devido à pandemia, alegando que o clima dentro do presídio ficava mais tenso sem o contato dos presos com a família. Mas, essas fugas e tentativas não se limitam apenas a quem está atrás das grades, mas também nos presos que são monitorados eletronicamente. A pedido do G1, o Iapen fez um balanço das fugas entre os presos que usam tornozeleira eletrônica. Só no primeiro semestre deste ano, 141 romperam os dispositivos, ficando foragidos. No entanto, 51% deles foram recapturados. Ou seja, dos 141, 72 voltaram para o sistema penitenciário. Atualmente, 1.735 presos são monitorados eletronicamente o estado. "A lei 12.403/11 passou a prever a monitoração eletrônica no rol das medidas cautelares, como alternativa à prisão provisória. Isso significa evitar o encarceramento provisório dos acusados, antes do trânsito em julgado da sentença condenatória”, explica Alysson Rodrigues, diretor da Unidade de Monitoramento Eletrônico de Presos do estado. No ano passado, ao todo, foram 381 fugas e 2018, 214. Em 2019, 147 foram recapturados. Rodrigues disse ainda que essa medida de monitorar o preso pelo dispositivo é uma forma de controlar a superlotação do sistema penitenciário. O número de capturas conta apenas as que o setor de monitoramento faz, mas, isso não quer dizer que outras polícias, como a militar, civil e rodoviária não tenha feito a captura. “Reflete na minimização dos efeitos nocivos das práticas de encarceramento, a possibilidade de favorecimento à reinserção social de presos e a redução dos altos custos gerados pelo aprisionamento sistemático de indivíduos considerados criminosos ou suspeitos”, pontua. A partir do momento que o preso vai para a tornozeleira, ele passa então a ser monitorado 24 horas pelos servidores do Iapen. Além disso, há também uma acompanhamento in loco nas atividades que esse preso desenvolve. Podem ir para o monitoramento eletrônico, quando o preso atinge o regime-aberto, quando é condenado pela Lei Maria da Penha e pequenos delitos. Inclusive, o monitoramento também faz parte do "Botão da Vida", que permite que alertas sejam enviados para a polícia em caso de ameaça ou agressão pelo marido ou companheiro que cumpre algum tipo de medida de proteção de sua companheira. Ao acionar o botão, a Segurança é acionada instantaneamente. O trabalho também é feito pela Patrulha Maria da Penha. “A unidade de monitoramento trabalha diretamente com policiais penais nas linhas de frente, tanto na verificação do sistema de monitoramento, que consiste em fiscalizar o fiel cumprimento das regras que norteiam o regime semiaberto e medidas cautelares, como evitar deslocamento dos apenados sem a prévia autorização fazendo com que a prisão domiciliar seja real e aplicável quanto nas verificações in loco nos locais de trabalho, abordagem nas ruas para aqueles que não tem autorização para isso e também nas prisões em suas diversas origens como mandado de prisão ou descumprimento”, finaliza.
Sat, 11 Jul 2020 14:00:27 -0000
Com 50 pacientes internados, Araraquara investiga mais uma morte suspeita por Covid-19

Comitê de Combate ao Coronavírus confirmou mais 28 casos neste sábado (11). Teste rápido novo coronavírus Mauricio Vieira/Divulgação O Comitê de Combate ao Coronavírus confirmou mais 28 casos de Covid-19 em Araraquara (SP) neste sábado (11). A cidade soma 1.225 casos da doença e 15 mortes. Segundo a secretária municipal de Saúde, Eliana Honain, há um óbito suspeito em investigação. O homem, um idoso de 69 anos, foi internado com sintomas suspeitos na noite de sexta-feira (10) e morreu durante a madrugada. Aguardam resultados de exames 170 amostras. Do total de confirmados, 158 permanecem em quarentena e 1.052 já saíram. Internações Coronavírus home Foto por Fusion Medical Animation no Unsplash/Divulgação Neste sábado, 50 pacientes estão internados. Destes, 43 estão em enfermaria, sendo seis suspeitos e 37 casos confirmados. Sete pacientes estão internados em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), quatro suspeitos e três confirmados. Do total de 50 internados, 37 são moradores de Araraquara e 13 são de outros municípios e foram transferidos para hospitais da cidade. "Destacamos que os casos suspeitos e confirmados, assim como seus comunicantes, estão sendo monitorados pela Secretaria Municipal da Saúde. O objetivo é orientar e cobrar o cumprimento da quarentena", disse a secretária de Saúde. Infográfico mostra quais são os erros e acertos ao usar a máscara G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
Sat, 11 Jul 2020 13:59:19 -0000
Ameaçada de extinção, espécie cachorro-vinagre é vista pela primeira vez no RS

Animal foi localizado em julho, no Parque Estadual do Turvo. Bicho possui pequenas orelhas arredondadas, pernas e cauda curtas e coloração marrom. Dieta é exclusivamente carnívora. Parque Estadual do Turvo faz registro de espécie ameaçada de extinção: Cachorro-vinagre Ademir Fick/arquivo pessoal Uma espécie ameaçada de extinção foi vista pela primeira vez no Rio Grande do Sul. O animal, chamado de cachorro-vinagre, foi localizado em julho, no Parque Estadual do Turvo, uma das Unidades de Conservação administradas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema). De acordo com o gestor do local, Rafael Diel Schenkel, essa espécie, difícil de ser observada em campo, é considerada rara. O animal possui pequenas orelhas arredondadas, pernas e cauda curtas e coloração marrom. A dieta é exclusivamente carnívora. A espécie é considerada, predominantemente, florestal. O cachorro-vinagre é classificado como vulnerável pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio). Na Mata Atlântica, os únicos registros são dos estados de São Paulo e Paraná. As principais ameaças à espécie são a perda e a degradação de habitat causada por desmatamento, adensamento humano e doenças como raiva. “O registro confirma a importância do parque e ressalta a necessidade de conservação de áreas de proteção, para que seja possível a manutenção de espécies de fauna, o que também possibilita descobertas relevantes como esta. Dessa forma, podemos ver o principal objetivo do parque, a proteção da biodiversidade, sendo cumprido”, afirma Rafael. O registro foi realizado durante uma atividade de monitoramento de fauna. Dois indivíduos da espécie foram avistados e fotografados pelo biólogo e guarda-parque, Anderson Cristiano Hendgen, e o estagiário, Ademir Fick. A espécie não consta na lista de mamíferos do Rio Grande do Sul e não havia informações atuais ou históricas sobre sua ocorrência no estado, o que torna o registro motivo de comemoração pelos pesquisadores. O Parque Estadual do Turvo, localizado na Região Norte do estado, é o maior e mais representativo fragmento de Mata Atlântica do Rio Grande do Sul. Cachorro-vinagre foi registrado pela primeira vez no RS Anderson Cristiano Hendgen e Ademir Fick/arquivo pessoal
Sat, 11 Jul 2020 13:58:04 -0000

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